Em tempos de crise financeira são muitos os problemas enfrentados pelas empresas e isso não é novidade para ninguém. Mas até que ponto isso pode interferir na segurança dos seus empregados? É possível que a crise tenha peso nas estatísticas de acidentes? O que fazer para que a crise não se torne uma geradora de acidentes?
As perguntas são muitas e as respostas também. Cabe a cada empresa tomar as medidas necessárias para evitar danos ainda maiores.
Demissões
Falou em crise vem logo na mente a palavra demissão. É óbvio que demissões ocorrem naturalmente na maioria das grandes empresas, independente de crise ou não, tem sempre alguém saindo, seja por motivo de aposentadoria ou porque pediu para sair. O problema é que em tempos de crise, uma demissão toma uma dimensão maior por parte dos outros colaboradores e o boato corre solto pela empresa:
__Você viu? Mandaram fulano embora!
Não podemos negar que realmente as crises são motivos de demissão, mas isso só ocorre quando não tem mais jeito. Até porque demissões também geram custos.
O trabalho da empresa é:Trabalhar com transparência. Esclarecer as dúvidas que estão na cabeça de seus colaboradores. Procurar tranqüilizar a todos, adotando uma política de informações diretas, sem deixar que a rádio-pião espalhe notícias falsas. Isso evita o pânico e principalmente a ansiedade das pessoas. A curiosidade é natural do ser humano. Quanto mais você demora para tirar uma dúvida, mais perguntas vão surgindo, consequentemente, mais respostas falsas vão aparecendo também. Então a empresa não pode ficar em cima do muro, tem que assumir sua responsabilidade e naturalmente divulgar suas pretensões, sem causar alvoroço.
Criticas e Sugestões: tst.sala16@hotmail.com
Atenciosamente: Amanda Cristina.

